PEDANTISMO PESSOANO - Leandro Mota Andrade

Editora: Europa Editora
Preço: € 9,50
Gênero: Narrativa
Série: Universos
Páginas: 46
Língua: português
EAN: 979-12-201-0900-0

Pedantismo Pessoano é a primeira obra do jovem escritor português Leandro Mota Andrade. O livro narra as lamúrias de um jovem castrado do seu romantismo, tentando recuperá-lo a todo o custo através de uma viagem nostálgica à infância, à casa dos pais na aldeia e às primeiras descobertas da juventude em meio à estrada principal, ao cemitério e à solidão. Entre realidade e delírios, o jovem dá forma a histórias amargas de amor, raiva e monstruosidades desinibidas que envolvem o Homem, Deus e o diabo, desprovidos de máscaras, com os medos e as incertezas que atingem todos nós. Mas seriam eles crianças ou adultos perversos? Ou apenas seres frágeis que tentam demonstrar força para esconder a sua vulnerabilidade? Os conflitos entre o bem e o mal, os questionamentos sobre a vida, a morte, a solidão, o sexo, a sociedade e o ego são reais ou não passam de um sonho? A insatisfação e aquele algo que falta seriam medo? Medo do quê? Da dor, da humanidade, da morte, do que está por vir? Talvez a melhor opção seja fugir, refugiar-se nas páginas do Pedantismo Pessoano em busca de respostas, ou melhor, de material para refletir. Se não gostarem do que lerem, fica a mensagem do autor: “vão se lixar e, se pior, gostarem, então vão se lixar ainda mais, vão se foder, porque cada livro deve ser odiado a ponto de o mandarem violentamente para as chamas para apenas depois irem resgatá-lo do fogo eterno, pondo-o na prateleira para nunca mais ser tocado. É essa a tarefa da literatura: fazer o possível e o impossível cómico.”

Leandro Mota Andrade sempre foi uma criança solitária. Encontrou companhia, aos 6 anos de idade, nos livros de História comprados pelos pais. Entrou no mundo do álcool e das drogas quando ainda frequentava o Secundário e, aos 15 anos, tornou-se alcoólico para fugir da vida, da depressão e do pensamento constante sobre a real finitude da vida. A primeira, de oito tentativas de suicídio, ocorreu aos 18 anos. A escrita advém de toda essa dor, como uma válvula de escape para fugir do álcool, para sentir-se vivo e, sobretudo, para manter-se vivo.

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